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DESDE 2005

Locação de container

O sistema de locação é realizado por meio de chamada via telefone, WhatsApp ou e-mail, onde o contratante busca alocar os resíduos oriundos de sua obra ou demolição de forma adequada e que mantenha seu espaço de trabalho limpo. 

Para tanto, a empresa loca um equipamento com essa finalidade que, de maneira geral, consiste em caçambas estacionárias de 3,4 e 5m cúbicos, levadas até a obra e estacionadas por meio de um sistema articulado integrado nos caminhões conhecidos como poliguindastes (específicos para a função). 

Após finalizada a locação (preenchimento do equipamento ou findado o prazo), o caminhão da empresa vai até o local onde está o equipamento e faz a retirada.

É válido ressaltar que o resíduo contido no container é de responsabilidade do gerador, sendo assim, a empresa também fornece a destinação final adequada deste material para o seu aterro de resíduo de construção civil e demolição, transportando-o até o local, que segue critérios e amparos legais para que possa ser recebido sem causar impacto ambiental.

Recebimento de resíduos

O aterro que recebe o material é uma área licenciada, onde é realizada a triagem dos materiais e a separação dos resíduos em classes A, B, C ou D.

Os resíduos classe A são destinados para o aterro da empresa e armazenados temporariamente para uso futuro, quando passa/passará por um processo de reciclagem, formando agregados reciclados que podem ser aplicados em outras utilidades, como por exemplo a bica corrida que produzimos hoje.

As demais classes de resíduos são levadas para locais específicos por meio de logística de transporte.



Comércio de agregados (bica corrida)

A bica corrida é um conjunto de britas, pedrisco e pó de pedra, também chamada de 4A, usada na pavimentação de estradas vicinais (secundárias), ruas, acessos à obras e galpões com excesso de barro ou até mesmo como base para pavimentos e aterros. 

Ou seja, consiste em agregados de tamanho não definido, livre de impurezas e que passou por todo o processo de triagem da empresa, onde posteriormente é levado a um britador que o quebra em partículas através de mandíbulas, formando um novo produto que pode ser inserido novamente em sua obra, com uso sugerido para pavimentação de estrada rural, pátios, base e sub-base de asfalto, entre outros.

As partículas de terra retiradas dessa britagem formam um material terroso que pode ser aplicado para aterramento e preenchimento das próximas fases do terreno, chamada de peneiramento, onde então serão classificados os materiais para obtenção da brita reciclada e outros derivados no futuro, podendo ser utilizados para diversos fins.